segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

Completar para transbordar

Sabe Zé, eu nem sei mais ao certo o que sinto. É tanta coisa, se tornou uma grande confusão. Tantas vezes já me disseram "Se é ele que te faz feliz, não importa o que os outros falem, vai lá, corre atrás da tua felicidade. Vai garota, deixa de ser orgulhosa, pare de esperar ele vim até você, ofereça a ele o primeiro passo, e depois caminhem juntos. Não perca tempo, corra antes que alguém tome o seu lugar." Até você já disse isso, não é Zé?
Bom, quem sabe um dia eu faça isso. Eu até faria agora, mas não é foi por falta de vontade que deixei isso de lado, é por causa de um certo receio, um medo de que isso não vá valer a pena.
E é como o Mário Quintana já disse “Você procura por alguém que cuide de você quando está doente, que não reclame em trocar aquele churrasco dos amigos pelo aniversário da sua avó, que jogue “imagem e ação” e se divirta como uma criança, que sorria de felicidade quando te olha, mesmo quando está de short, camiseta e chinelo.” É, é bem assim, desse jeitinho, sem tirar nem por, apenas completando até que transborde.
Porque é como já dizem, o amor não é algo que sirva apenas pra nos completar, é preciso transbordar. 

Transbordar de alegrias, de paixões, de momentos inesquecíveis, de brincadeiras e também de brigas ... De tudo e de nada.

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