Certa vez um vagalume, sozinho em sua aparente insignificância, parou e disse a si mesmo "Ah, de nada importo eu neste mundo, que diferença faço com essa minha luz acende-apaga? Quem me dera ser como uma estrela, lá em cima, brilhando intensamente todas as noites." Mal sabia ele que enquanto pensava isso, a estrela também estava com seus pensamentos, e lá longe, lá no céu ela pensava "O que faço aqui? Me sinto sem importância em meio a tantas outras como eu, ah, como eu queria ser como a Lua, impotente e magestosa sobre todas nós, miseras estrelas. Somos tantas que chegamos a ser confundidas umas com as outras. Quem me dera ser a Lua." Mas, nesta noite de pensamentos, a Lua também tinha os seus, pensava "E mais uma noite eu estou aqui, com este meu brilho opaco, sei que tenho minhas fases, mas meu brilho torna-se insignificante quando o Sol se ergue sobre mim. O que faço eu aqui? Que diferença faço? As Estrelas tem quem as faça companhia, já eu estou sozinha. Ah, quem me dera ser um Vagalume, as coisas seriam melhores."
. Moral da história:
Nem sempre nós gostamos de ser aquilo que somos, mas não podemos mudar
esta realidade, somos o que somos, da forma que Deus nos criou.
Por mais que as vezes uma aparente insignificância venha querer tomar
conta de nossos pensamentos, vale a pena lembrar que somos o que
precisamos ser.

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