E tantas foram as vezes em que li, emocionei e guardei o que foi lido no coração. Tantas palavras inspiradas e tantas lágrimas roladas, devido tão somente à inspiração de determinado alguém, no medo, na solidão, principalmente, no amor. O Caio, para os intímos (risos), foi considerado um "fotógrafo fragmentação contemporânea". Porém agora, sem mais delongas, alguns escritos deste.
"Vezenquando faziam-no sorrir gratificado, pensando que, enfim, nem tudo
estava perdido, ora. Mas estava. Embora ele não soubesse. E quem sabe
estava tudo achado e não perdido, de tal maneira estão bem e mal
interligados? O fato é que ele não sabia. Não sabendo, não podia lutar.
Não podendo lutar, não podia vencer. Não podendo vencer, estava
derrotado."
“Eu preciso muito, muito de você. Eu quero muito,
muito você aqui de vez em quando nem que seja, muito de vez em quando.
Você nem precisa trazer maçãs, nem perguntar se estou melhor. Você não
precisa trazer nada, só você mesmo. Você nem precisa dizer alguma coisa
no telefone. Basta ligar e eu fico ouvindo o seu silêncio. Juro como não
peço mais que o seu silêncio do outro lado da linha ou do outro lado da
porta ou do outro lado do muro. Mas eu preciso muito, muito de você.”
“Que eu possa também abrir espaço pra cultivar a todo instante as
sementes do bem e da felicidade de quem não importa quem seja ou do mal
que tenha feito para mim. Que a vida me ensine a amar cada vez mais, de
um jeito mais leve. Que o respeito comigo mesma seja sempre obedecido
com a paz de quem está se encontrando e se conhecendo com um coração
maior. Um encontro com a vontade de paz e o desejo de viver.”
“Acorde, garota! Você é linda, inteligente, tem um
ótimo perfume e seus olhos brilham mais que um punhado de purpurina. Por
que chora? Perdeu em alguma esquina seu encanto?! Ninguém pode tirar de
você seu mais belo sorriso, motivo de idas e vindas saltitantes.
Coloque sua música favorita para tocar, respire fundo e faça o que de
melhor sabe fazer: ser você.”
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